Educação do Berço à Sepultura

Odever principal e o propósito da v ida humana é procurar  compreensão. O esforço de fazê-lo, conhecido como educação, é um processo perfeito por meio do qual ganhamos nas dimensões espirituais, intelectuais e físicas, o grau apontado para nós como o padrão perfeito da criação. Ao nascer, o início da fase terrena da nossa jornada do mundo dos espíritos para a e ternidade, estamos totalmente impotentes e necessitados. Em contraste, a maior parte dos a nimais vem ao mundo como se fossem maturados ou aperfeiçoados de antemão. Em poucas horas ou dias ou meses, eles aprendem tudo necessário para a sua sobrevivência, bem como se relacionarem com o seu meio ambiente e as outras criaturas. Por exemplo, os pardais ou as abelhas adquirem maturidade e todas as qualidades físicas e sociais que necessitam em aproximadamente vinte dias; nós necessitamos de 20 anos ou mais para adquirirmos um nível comparável de maturidade.

Nascemos desamparados bem como ignorantes das leis da vida e precisamos chorar para conseguirmos a ajuda necessária. Depois de um ano ou mais, conseguimos ficar em pé e caminhar um pouco. Quando estamos com 15 anos aproximadamente, espera-se que tenhamos compreendido a diferença entre o bem e o mal, o benéfico e o maléfico. Porém, precisamos de toda a nossa vida para adquirir a perfeição intelectual e espiritual. O nosso d ever principal na vida é adquirir perfeição e p ureza em nossos pensamentos, concepções e crenças. Ao cumprirmos com os nossos deveres de s ervidão ao Criador, Agraciante e Protetor e por penetrar os mistérios da criação por intermédio de nossas potencialidades e faculdades, procuramos alcançar o grau da verdadeira humanidade e nos tornarmos merecedores de uma vida abençoada e eterna em outro exaltado mundo.

 A nossa humanidade é diretamente proporcional à p ureza das nossas emoções. Apesar daqueles cheios de maus sentimentos e aquelas almas influenciadas por egoísmo parecem seres humanos, é duvidoso se são realmente humanos. Quase todos podem treinar seus corpos, mas poucos podem educar suas mentes e sentimentos. O primeiro treino produz corpos fortes, enquanto o segundo produz pessoas espirituais.

AS NOSSAS FACULDADES INTERIORES E A EDUCAÇÃO

Desde o tempo de Ibn Miskawayh, as faculdades humanas ou “impulsos” têm-se ocupado de três categorias: razão,  ódio e l uxúria.1 A razão abrange todos os nossos poderes de concepção, imaginação, cálculo, memória, aprendizagem e assim por diante. O  ódio cobre o nosso p oder de auto defesa que a jurisprudência define como a necessidade de defesa da f é e da religião, da sanidade, das propriedades, da vida e da f amília, e outros valores sagrados. A  luxúria é o nome das forças impulsivas dos nossos apetites a nimais:

“Aos homens foi abrilhantado o amor à concupiscência:  mulheres, filhos, entesouramento do ouro e da prata, os cavalos de raça, o gado e as sementeiras. Tal é o gozo da vida terrena; porém, a bem-aventurança está ao lado de Allah.” (3:14)

Esses impulsos são encontrados em outras criaturas. Porém, quer em seus desejos, i nteligência ou determinação de defender a vida e o território, esses impulsos são limitados em todas as criaturas com exceção dos seres humanos. Cada um de nós é singularmente dotado do l ivre arbítrio e a consequente obrigação de disciplinar os nossos poderes. Essa l uta por disciplina determina a nossa humanidade. Em combinação junto com as circunstâncias, as nossas faculdades sempre são expressadas por i nveja,  ódio, i nimizade, h ipocrisia e exibicionismo. Elas também necessitam ser disciplinados.

Não somos apenas compostos de corpo e mente. Cada um de nós tem um e spírito que necessita de satisfação. Sem isso, não encontramos a verdadeira f elicidade e a perfeição. A satisfação espiritual é possível somente por meio do conhecimento de Allah e a crença n’Ele. Confinados no mundo físico, o nosso particular ego carnal, o tempo e o lugar podem ser experimentados como uma masmorra. Podemos escapar dela com crença e a doração regular, refreando-nos dos extremos e utilizando as nossas faculdades ou os nossos poderes. Não devemos procurar anular os nossos impulsos, mas usar o nosso l ivre arbítrio para contê-los e purificá-los, para canalizá-los e dirigi-los para a v irtude. Por exemplo, não se espera da gente eliminar a l uxúria, mas satisfazê-la licitamente por meio da reprodução. A f elicidade reside em confinar a nossa  luxúria aos limites legais de decência e castidade, não nos envolvendo em sedução e intemperança.

Da mesma forma, a i nveja pode ser canalizada em emulação livre de rancores, que nos inspira emular aqueles que excedem em  bondade e boas obras. Aplicando a própria disciplina, à nossa razão resulta em aquisição de conhecimento e, certamente na compreensão e ou s abedoria. Purificando e treinando a raiva leva à coragem e indulgência. Disciplinar a nossa paixão e o nosso desejo desenvolvem a nossa castidade.

Se cada v irtude é considerada como o centro de um círculo, e cada movimento longe do centro como um v ício, o  vício se torna maior à medida que nos movemos mais longe do centro. Cada v irtude, portanto, tem inumeráveis vícios, uma vez que há um só centro num círculo mas um número infinito de pontos ao seu redor. É irrelevante em que direção o desvio ocorre, uma a vez que o desvio do centro em qualquer direção é um vício.

Há dois extremos relacionados à virtude moral: deficiência ou excesso. Os dois extremos conectados com s abedoria são estupidez e astúcia. Para a coragem, são covardia e temeridade e para castidade são letargia e l uxúria incontrolável. Assim, a perfeição, o propósito principal da nossa e xistência, reside em manter uma condição de equilíbrio e moderação entre os dois extremos relacionados com cada virtude. É relatado que ’Ali ibn Abi Tálib (radhiyal láhu ‘anhu) disse:

Allah caracterizou anjos por i ntelecto sem desejos sexuais, paixão e raiva, e a nimais com raiva e desejo sem  intelecto. Ele exaltou a humanidade dotando-a com todas essas qualidades. De acordo com isso, se o i ntelecto humano dominar o desejo e a ferocidade, irá se elevar a um grau acima dos anjos, porque esse estado é atingido pelos seres humanos apesar da e xistência de obstáculos que não aborrecem os anjos.

Melhorar uma comunidade é possível apenas elevando as gerações jovens ao nível da humanidade, não obliterando os maus. A menos que a semente composta de religião, tradição e consciência histórica é germinada através do campo, novos maus elementos aparecerão e crescerão em lugar de cada mal erradicado.

O SIGNIFICADO REAL E O VALOR DA EDUCAÇÃO

A educação através do aprendizado e de recomendável meio de vida é um d ever sublime que manifesta o Nome Divino Rabb (Senhor e Sustentador). Preenchendo isso, atingiremos o grau da verdadeira humanidade e nos tornamos um elemento benéfico da s ociedade.

A educação é vital tanto para a s ociedade como para os indivíduos. Primeiro, a nossa humanidade é diretamente proporcional à nossa p ureza emocional. Apesar de aqueles cheios de maus sentimentos e aquelas almas influenciadas pelo egoísmo parecem seres humanos, se realmente são é questionável. Quase todos podem ser bem sucedidos no treino físico, mas poucos conseguem educar suas mentes e sentimentos. Em segundo lugar, melhorar uma comunidade é possível elevando as novas gerações ao nível da humanidade, não obliterando os maus. A menos que a semente da religião, os valores tradicionais e a consciência histórica germinem através dos campos, novos maus elementos crescerão inevitavelmente no lugar de cada mau elemento que tenha sido erradicado.

O futuro da nação depende de seus jovens. Qualquer povo que deseja assegurar seu futuro deve aplicar tanta energia para elevar seus filhos como devotam a outros assuntos. Uma nação que falha com seus jovens, abandonando-os às influências da cultura estrangeira, coloca em risco a sua identidade e está sujeito ao enfraquecimento cultural e político.

 As razões dos vícios observados nas gerações de hoje em dia, bem como a incompetência de alguns administradores e outros problemas das nações, reside nas condições prevalecentes e a elite governantes de vinte e cinco anos atrás. Da mesma forma, aqueles que são encarregados com a educação dos jovens de hoje em dia serão responsáveis pelos vícios e virtudes que aparecerão nos vinte e cinco anos vindouros. Aqueles que desejam prever o futuro de uma nação podem fazê-lo corretamente levando em consideração a educação e os cuidados dados aos seus jovens. A vida “real” é possível somente através do conhecimento. Assim, aqueles que negligenciam o estudo e o aprendizado devem ser considerados “mortos” mesmo que estejam vivos, uma vez que fomos criados para aprender e comunicar aos outros o que aprendemos.

As decisões certas dependem em ter uma mente saudável e ser capaz de pensamentos minuciosos. A ciência e o  conhecimento iluminam e desenvolvem a mente. Por essa razão, uma mente privada de ciência e  conhecimento não consegue encontrar decisões certas, é sempre exposta à decepção e está sujeita a ser má conduzida.

Somos apenas verdadeiramente humanos se aprendemos, ensinamos e inspiramos a outros. É difícil considerar os ignorantes e sem desejo de aprender como verdadeiramente humanos. É também questionável se pessoas cultas que não renovam e reformam a si próprios para estabelecerem um exemplo para os outros sejam realmente humanos. O status e o mérito adquiridos por meio do conhecimento e a  ciência são mais altos e mais duradouros do que aqueles obtidos por intermédio de outros meios.

Dada a grande importância do aprendizado e do ensino, devemos determinar o que deve ser aprendido e ensinado, e quando e como fazê-lo. Apesar de o conhecimento ser um valor por si mesmo, o propósito de aprender é tornar o conhecimento um guia na vida e iluminar a estrada para a melhora da humanidade. Assim, qualquer conhecimento não apropriado para as pessoas é uma carga para o estudante, e uma ciência que não dirige para uma meta sublime é uma decepção.

O conhecimento, porém, adquirido para um propósito certo é uma inesgotável fonte de bênção para o estudante. Aqueles que possuem essa fonte são sempre procurados pelas pessoas, como a fonte de água fresca, e conduzem as pessoas para o bem. O conhecimento limitado a teorias vazias e pedaços não absorvidos de aprendizado, que despertam suspeitas nas mentes e obscurecem os corações, “é um monte de lixo” ao redor do quais desesperadas e confusas almas se debatem. Portanto, a ciência e o  conhecimento devem procurar descobrir a n atureza humana e os mistérios da criação. Qualquer conhecimento, mesmo “científico” é verdadeiro somente se derrama luz nos mistérios da n atureza humana e as regiões escuras da e xistência.

* O futuro de cada indivíduo é estreitamente relacionado com as impressões e as influências  experimentadas durante  a infância e a juventude. Se as crianças e os jovens são educados num clima onde o seu entusiasmo é estimulado com sentimentos elevados terão vigorosas mentes e apresentam boa moral e virtudes.

Apesar de ser fundamental que as meninas sejam educadas para serem delicadas como flores meigas e afetuosas educadoras de crianças, devida atenção deve ser dada para torná-las defensoras inflexíveis da verdade. Senão, iremos transformá-las em seres pobres e impotentes por causa da delicadeza e da suavidade. Não devemos esquecer que as leoas continuam leoas.

A FAMÍLIA, A ESCOLA E O MEIO AMBIENTE

As pessoas que desejam garantir o seu futuro não podem ficar indiferentes a como seus filhos estão sendo educados. A f amília, a  escola, o meio ambiente, e a m ídia de massa devem cooperar para assegurar o resultado desejado. Em oposição às tendências entre  as instituições vitais submeterá os jovens a influências contraditórias que podem distraí-los e dissipar suas energias. Certamente, a m ídia de massa pode contribuir na educação dos jovens seguindo a política de educação aprovada pela comunidade. A  escola deve ser tão perfeita quanto possível com r espeito ao currículo, aos modelos científicos e morais dos professores e suas condições físicas. A f amília deve fornecer o calor necessário e qualidade ambiental em que as  crianças são educadas.

Nos primeiros séculos do Islam, as mentes, os corações e as almas se empenharam para entender o que o Senhor dos Céus e da Terra aprova. Cada conversação, discussão, correspondência e evento eram dirigidos para aquele fim. Como resultado disso, quem pode fazer aquilo, assimilou os valores certos e o e spírito daquele meio ambiente. Parecia como se cada um fosse professor para preparar as mentes individuais e a a lma e desenvolver a sua capacidade para atingir um alto nível nas ciências islâmicas. A primeira e scola em que recebemos a educação perfeita necessária é o lar.

O lar é vital para educar uma geração saudável e assegurando um sistema e estrutura social saudável. Essa r esponsabilidade continua através da vida. As impressões que recebemos da f amília não podem ser apagadas mais tarde na vida. Além do mais, o controle familiar sobre a criança no lar, com r espeito aos outros irmãos e aos brinquedos, continua na e scola, com  respeito aos amigos, aos livros e aos locais visitados. Os p ais devem alimentar as mentes dos filhos com conhecimento e  ciência antes que suas mentes se envolvam com coisas inúteis, pois as almas sem a verdade e o conhecimento são campos em que maus pensamentos são cultivados e crescem.

As crianças podem receber uma boa educação no lar somente se há uma vida familiar saudável. Portanto, o casamento deve ser aproveitado para se formar uma f amília saudável e contribuir, assim, para a permanência de uma nação em particular e da população humana em geral. A paz, a f elicidade e a  segurança no lar é o acordo mútuo entre as suposições em pensamento, em moral e crença. Pares que decidem casar devem se conhecer muito bem e considerar a p ureza de sentimento, a  castidade, a m oralidade e a  virtude mais do que riqueza e b eleza física. As  crianças travessas e imprudentes refletem a atmosfera em que estão sendo educadas. Uma vida familiar disfuncional reflete cada vez mais sobre o e spírito da criança e, portanto, sobre a s ociedade.

Na f amília, os mais velhos devem tratar os mais jovens do que eles com compaixão e os jovens devem mostrar r espeito pelos mais velhos. Os p ais devem amar e respeitar um ao outro, e tratar seus filhos com carinho e devida consideração aos seus sentimentos.

Devem tratar cada filho com j ustiça e não discriminar entre eles. Se os p ais encorajarem os filhos a desenvolver suas capacidades e serem úteis a si mesmos e à comunidade, dão à nação um forte novo pilar. Se não cultivarem os próprios sentimentos de seus filhos, eles soltam escorpiões na comunidade.

As boas maneiras são a virtude e são grandemente apreciadas em quem são encontradas. Os que possuem boas maneiras são amados, mesmo que não sejam educados. As comunidades destituídas de cultura e educação são como indivíduos rudes, uma vez que se pode encontrar neles nenhuma l ealdade de  amizade ou consistência na  inimizade. Aqueles que confiam em tais pessoas estão sempre desapontados, e os que dependem deles são deixados, cedo ou tarde, sem suporte.

A ESCOLA E O PROFESSOR

A e scola deve ser considerada um laboratório que oferece um elixir que previne ou cura as doenças da vida, Aqueles que possuem  conhecimento e s abedoria para preparar e administrar isso são os professores.

A e scola é o lugar de aprendizagem sobre tudo relacionado à esta vida e à próxima. Ela pode derramar luz sobre ideias vitais e eventos, e capacitar seus estudantes a compreender seu ambiente natural e humano. Ela pode, também, abrir rapidamente o caminho para descobrir o significado das coisas e dos eventos, podendo, com isso, levar o estudante para integridade e contemplação dos pensamentos. Em essência, a e scola é uma espécie de lugar de  adoração cujas “pessoas sagradas” são os professores.

Os professores reais plantam a semente pura e a preservam. Eles se ocupam com o que é bom e saudável, e orientam e guiam as crianças na vida e nos eventos que encontram. Para uma  escola ser uma verdadeira instituição de educação, os estudantes, em primeiro lugar, devem ser equipados com um ideal, um amor à sua língua e como usá-la mais efetivamente, com boas maneiras e valores humanos perenes. A sua identidade social deve ser construída sobre essas fundações.

A educação é diferente do ensino. A maior parte das pessoas pode ensinar, mas apenas poucos podem educar. As comunidades compostas de indivíduos desprovidas de um ideal sublime, boas maneiras e valores humanos são como indivíduos rudes que não possuem l ealdade na  amizade ou consistência na i nimizade. Aqueles que confiam em tais pessoas estão sempre desapontados, e os que dependem deles são cedo ou tarde deixados sem suporte. O melhor modo de equipar alguém com esses valores é uma sadia educação religiosa.

A sobrevivência da comunidade depende do idealismo e da boa moral, bem como no encontro do nível necessário no p rogresso científico e tecnológico. Por essa razão, comércio e arte devem ser ensinados no nível elementar. Uma boa e scola não é um edifício onde são dadas apenas informações teóricas, mas uma instituição ou um laboratório onde os estudantes são preparados para a vida.

A p aciência constitui em grande importância na educação. Educar as pessoas é a tarefa mais sagrada, mas também a mais difícil da vida. Além disso, para estabelecer um bom exemplo pessoal, os professores devem ser pacientes o suficiente para obterem os resultados desejados. Devem conhecer os seus alunos muito bem, e se dirigirem aos seus intelectos, corações, espíritos e sentimentos. A melhor forma de educar as pessoas é mostrar um interesse especial por cada indivíduo não esquecendo que cada um é um “mundo” diferente.

A e scola concede a seus alunos possibilidades de leitura contínua e fala mesmo quando está em silêncio. Por isso, sempre parece ocupar apenas uma fase da vida, a e scola realmente domina todos os tempos e eventos. Para o resto da vida, os alunos reutilizam o que eles aprenderam na e scola e tiram prestígio contínuo daquilo. Os professores devem saber como encontrar um caminho para os corações dos alunos e deixarem impressões indeléveis em sua mente. Devem testar as informações a serem passadas para os estudantes refinando suas mentes e os prismas de seus corações. Uma boa lição é aquela que faz mais do que proporcionar aos alunos informações úteis ou habilidades. Devem elevá-los na presença do desconhecido. Isso capacita os estudantes adquirirem uma visão penetrante na r ealidade das coisas e ver cada evento como um sinal do mundo desconhecido.2 

SERVIÇOS EDUCACIONAIS SE ESPALHANDO PELO MUNDO INTEIRO

Muitas coisas foram ditas e escritas sobre educação. Iremos tratar esse assunto de três inter-relacionados ângulos: humano-psicológico, nacional-social e universal.

Estivemos sob sérias influências do pensamento contemporâneo ocidental que, indubitavelmente teve muitos aspectos superiores por vários séculos. Porém, tinha também defeitos sobrando especialmente do período histórico que atravessou e as únicas condições que ele criou. Na I dade Média, quando a  Europa vivia sob uma ordem teórica dirigida pela I greja ou pelos monarcas apontados pela I greja, ela entrou em contato com o Mundo Islâmico, especialmente através da A ndaluzia e as  Cruzadas. Além de outros fatores, isso abriu a porta para os movimentos da R enascença e da Reforma. Juntamente com esses outros fatores como falta de terras,  pobreza, tendência para suprir necessidades crescentes, e algumas nações ilhas como I nglaterra sendo naturalmente inclinada ao transporte marítimo, ela também se dirigiu às descobertas geográficas de além mar.

A primeira tendência em todos esses desenvolvimentos foi o satisfazer as necessidades materiais. À medida que os estudos científicos se desenvolviam em oposição à I greja e a  escolástica da I greja medieval, os europeus se confrontavam com o  conflito  ciência-religião.3 Isso causou a separação da religião da ciência e muitas pessoas romperam com a religião.

 Esse  desenvolvimento eventualmente conduziu ao m aterialismo e ao comunismo. Em geografia social, a humanidade estava enfrentando os elementos mais formidáveis da h istória do  Ocidente: Exploração global, conflitos permanentes baseados em interesses, duas Guerras Mundiais e a divisão do mundo em blocos.

O O cidente manteve o mundo sob o seu controle econômico e militar por vários séculos. Nos séculos recentes, o conflito entre religião-ciência ocupou muitos círculos intelectuais. Movimentos esclarecedores começaram no século 18 mostraram os seres humanos apenas como mente. Seguindo isso, os movimentos materialistas e positivistas os viram apenas como entidades materiais ou físicas. Não é exagero dizer que essas crises e a ausência da satisfação espiritual foram os maiores fatores por trás do conflito de interesses que envolveram os dois séculos e encontram o seu ápice nas duas guerras mundiais.

Como possuidores de um sistema de crença com uma diferente h istória e essência, temos algumas coisas básicas a dar ao  Ocidente, com o qual temos profundas relações econômicas, sociais e mesmo militares, e para a humanidade ao todo. A principal coisa disso está a nossa compreensão e ponto de vista da humanidade. Esse ponto de vista é nem exclusivo de nós ou subjetivo; ao contrário, é um ponto de vista objetivo que apresenta o que realmente somos.

Somos criaturas compostas de apenas corpo ou mente ou sentimentos ou e spírito; ao contrário, somos uma composição harmoniosa de todos esses elementos. Cada um de nós é um corpo contorcendo numa rede de necessidades, bem como uma mente que tem mais sutis e vitais necessidades que o corpo, e é guiada por ansiedades sobre o passado e o futuro para encontrar respostas a perguntas como: “O que sou? Que mundo é este? O que a vida e a m orte desejam de mim? Quem me enviou para este mundo e para que propósito? Para onde estou indo. E qual é o propósito da vida? Quem é o meu guia nesta jornada neste mundo?

Além do mais, cada pessoa é uma criatura de sentimentos que não pode ser satisfeita pela mente, e uma criatura de e spírito por meio do qual adquirimos a nossa essencial identidade humana. Cada indivíduo é todo isso. Quando um homem ou uma mulher, ao redor do quem todos os sistemas e esforços giram, é considerado e evoluído como uma criatura com todos esses aspectos, e quando todas as nossas necessidades são satisfeitos, iremos encontrar a verdadeira f elicidade. Nesse ponto, o verdadeiro  progresso humano e o desdobramento em relação ao nosso essencial ser somente é possível com educação.

Para compreender o significado da educação, olhe apenas a uma diferença entre nós e os a nimais. No começo da jornada do mundo dos espíritos que se estende na e ternidade no primeiro estágio, somos débeis, necessitados, na miserável posição de esperar tudo dos outros.

Os  animais, porém, vêm para este mundo ou são enviados como se tivessem adquirido perfeição em outro reino. Em duas horas ou dois dias ou dois meses após o seu nascimento, aprendem tudo que precisam conhecer, sua relação com o universo e as leis da vida e possuem maestria. A força de viver e a capacidade de trabalhar que nos levam vinte anos para adquirirmos são alcançados por um pardal ou uma abelha em vinte dias. Mais corretamente, são inspirados com eles. Isso significa que o d ever essencial do animal é não se tornar perfeito por meio de aprendizagem e evoluir ganhando conhecimento ou procurando ajuda mostrando a sua debilidade. O seu d ever é trabalhar de acordo com a sua habilidade natural e assim servir ativamente ao seu Criador.

Por outro lado, necessitamos aprender tudo quando viermos para este mundo, pois ignoramos as regras da vida. De fato, em 20 anos ou talvez através de nossa vida inteira não conseguimos conhecer totalmente a natureza e o significado das regras e as condições da vida, ou da nossa relação com o universo. Somos enviados para cá numa forma débil e desamparada. Por exemplo, conseguimos ficar de pé apenas um ou dois anos. Além disso, leva-nos quase a nossa vida inteira para aprender o que realmente é do nosso interesse e o que não é. Somente com a ajuda da vida social podemos nos orientar para os nossos interesses e evitar o perigo.

Isso significa que o nosso d ever essencial, como criação que veio para esta hospedagem passageira com uma natureza pura, é alcançar a estabilidade e a claridade de pensamento, imaginação e crença de tal forma que possamos adquirir uma “segunda natureza” e nos qualificar para continuar a nossa vida em “outro mundo de reino mais elevado”. Além disso, ao cumprirmos com os nossos deveres como servos, devemos ativar os nossos corações, espíritos e todas as nossa faculdades inatas. Ao abraçarmos os nossos mundos interior e exterior, onde inumeráveis mistérios e enigmas residem, devemos compreender o segredo da e xistência e assim nos elevar ao nível da verdadeira humanidade.

O  conflito da religião-ciência e seu produto, o  materialismo, vê a natureza, como a humanidade, como um acúmulo de material criado somente para satisfazer as necessidades físicas. Como resultado, estamos experimentando um desastre global de meio ambiente.

Considere: Um livro é a manifestação material por meio de palavras de sua e xistência “espiritual” na mente do escritor. Não há conflito entre esses dois meios de expressar a mesma  verdade e conteúdos em dois diferentes “mundos”. Similarmente, um edifício tem uma e xistência espiritual na mente do arquiteto, “destino ou pré-determinação” na forma de um plano, e um edifício na forma de e xistência material. Não há  conflito entre três diferentes meios mundiais de expressar o mesmo significado, conteúdo e a verdade. Procurar  conflito é nada mais do que esforços em vão.

Similarmente, não pode haver conflito entre o  Alcorão e as  Escrituras Divinas (vindo dos Atributos da Fala de Allah), o universo (vindo de Seus Atributos de Poder e Vontade), e as ciências que as examinam. O universo é um poderoso A lcorão derivado dos Atributos de Poder e Vontade. Em outras palavras, se o termo é apropriado, o universo é um amplo A lcorão criado. Em retorno, sendo uma expressão das leis do universo em forma diferente, o  Alcorão é um universo que foi codificado e colocado no papel. Em seu significado verdadeiro, a religião não se opõe á ou limita a ciência e os trabalhos científicos.

A religião guia as ciências, determina seu real objetivo e coloca os valores morais e universais humanos perante elas como guia. Se essa verdade for compreendida no  Ocidente, e se esse relacionamento entre religião e conhecimento foi descoberto, coisas podiam ser diferentes. A ciência podia não trazer mais destruição que benefício e não teria aberto o caminho para a produção de bombas e outros artefatos letais.

Alegações são feitas hoje de que a religião divide e abre o caminho para matar outras pessoas. Porém, é inegável que a religião, especialmente o Islam, não levou aos vários últimos séculos de exploração impiedosa, especialmente às guerras do século 20 e revoluções que mataram centenas de milhões de pessoas e deixaram atrás viúvas sem teto, órfãos e feridos mais ainda. O m aterialismo científico, o ponto de vista da vida e do mundo que se separou da religião, e um choque de interesses causaram essa exploração.

Há também o assunto da poluição de meio ambiente devido ao  materialismo científico, uma básica peculiaridade do pensamento moderno ocidental. O desafio global da destacada poluição é a compreensão causada ela d escrença científica de que a natureza é um acúmulo de coisas que não possuem outro valor além de satisfazer as necessidades físicas. De fato, a natureza é mais do que um monte de coisas materiais ou um acúmulo de objetos: Possui certa sacralidade, pois é uma arena em que os Belos Nomes de Allah são exibidos.

A natureza é uma exibição da b eleza e significado que apresenta profundos e vastos significados em forma de á rvores se enraizando, flores exuberantes, produzindo frutas saborosas e aromáticas, chuva, ribeirões fluindo, ar a ser respirado e soprado, solo agindo como uma ama de leite para inumeráveis criaturas. Assim, ela torna a mente e o coração da pessoa como um favo de mel com o néctar que apresenta à mente da gente, que viaja por todos os lados como uma abelha, e para o julgamento e a faculdade de contemplação da gente. Somente o mel da  fé, da virtude, do amor da humanidade e todas as criaturas pela causa do Criador, ajudando outros, auto-sacrifício ao ponto e se privar da vida para capacitar outros a viver, e servir todas as criaturas fluindo desse favo de mel.

Como foi afirmado por Bediuzzaman (Said Nursi), há uma compreensão da educação que vê a iluminação da mente em ciência e conhecimento, e a luz do  coração na f é e na virtude. Essa compreensão, que faz o estudante voar nos céus da humanidade com duas asas e procurar a aprovação de Allah por meio de servir aos outros, tem muitas coisas para oferecer. Ele resgata a ciência do  materialismo, de ser um fator tão danoso quanto é benéfico de ambos as perspectivas, material e espiritual, e de ser um artefato letal. Essa compreensão, nas palavras de Einstein, não permitem que a religião permaneça incapacitada. Nem permitirá que a religião seja percebida como uma paralisação da i nteligência, da vida e da  verdade científica e como uma instituição fanática que constrói muralhas entre indivíduos e nações.

SERVIR A HUMANIDADE POR MEIO DA EDUCAÇÃO

Graças a uma rápida evolução nos transportes e nas comunicações, o mundo está se tornando uma aldeia global. Nações são exatamente como vizinhos próximos. Entretanto, temos que nos lembrar, em especial num mundo como este, que a e xistência nacional pode ser assegurada apenas com cada nação protegendo suas características específicas. Em um mosaico unificado de nações e países, aqueles que não podem proteger as suas características únicas “padrões, e modelos” irão desaparecer. Tal como acontece com todas as outras nações, as nossas características essenciais são religião e língua, h istória e origem.

O que Yahya Kemal, um famoso poeta e escritor turco, expressa com profunda saudade em Os Distritos sem as Chamadas para a  Oração, foi a nossa cultura e  civilização, trazidas do Islam e da Ásia Central e que se misturou por séculos na Anatólia, na Europa, e até mesmo na África.

Outro assunto relacionado é o seguinte. Entre as pessoas há um ditado: “O vizinho precisa das cinzas do outro”. Se você não tem cinzas necessárias para os outros, ninguém vai atribuir qualquer valor a você. Como mencionado acima, temos mais para dar a humanidade do que receber. Hoje, voluntários e organizações não governamentais tem fundado empresas e fundações e estão servindo aos outros entusiasticamente. A aceitação das instituições educacionais de massa que se espalham por todo o mundo, apesar das grandes dificuldades financeiras que têm enfrentado, com os seus concorrentes e, frequentemente ultrapassando seus pares do O cidente em um período muito curto de tempo, é uma prova de que o que temos dito não pode ser negado.

Como o povo turco, temos acumulado muitos problemas ao longo dos últimos séculos. Nessa base permanece a concentração dos nossos erros sobre o exterior do Islam e a negligência de  suas pérolas interiores. Depois, começamos imitar os outros e supor que havia conflito entre o Islam e a  ciência positiva. Fizemos isso apesar do fato de que a ciência positiva não ser mais do que descobertas das Leis Divinas que manifestam os Atributos do Poder e da Vontade de Allah e que são uma expressão diferente do A lcorão proveniente do Atributo da Fala de Allah. Esta negligência, por sua vez, levou ao d espotismo do  conhecimento, pensamento, administração; uma desesperança levando a desordem que engloba todos os indivíduos e instituições; confusão no nosso trabalho e não prestando atenção à divisão das tarefas. Em suma, os nossos três maiores inimigos são i gnorância,  pobreza, e a dissidência interna. Conhecimento, capital de giro e unificação podem lutar contra isso. Como a  ignorância é o problema mais grave, devemos nos opor a ela com a educação, que sempre tem sido a maneira mais importante de servir ao nosso país. Agora que vivemos em uma aldeia global, esta é a melhor maneira de servir à humanidade e estabelecer d iálogo com outras civilizações.

Antes de tudo, porém, a educação é um serviço humanitário para o qual fomos enviados aqui para aprendermos e sermos aperfeiçoados através da educação. Dizendo que: “O antigo estado das coisas é impossível. Ou um novo estado ou a aniquilação”, Bediüzzaman chama a atenção para soluções e o futuro. Dizendo que: “assuntos controversos não deveriam ser discutidos com líderes espirituais cristãos”, ele abriu diálogos com membros de outras religiões. Como Jalal al-Din al Rumi, que disse: “Um dos meus pés está no centro e o outro em setenta e dois reinos (povos de todas as nações), como um compasso”, ele desenhou um círculo amplo que engloba todas os monoteístas. Insinuando que os dias são mais de força bruta, ele disse: “Vitória com pessoas civilizadas é através de p ersuasão”, sublinhando, assim, que o  diálogo, a p ersuasão, as e conversas com base em evidências são essenciais para aqueles de nós que buscam servir a religião. Ao afirmar que “no futuro a humanidade vai se voltar para a ciência e o conhecimento e, no futuro, razão e palavra vão governar”, ele encorajou o conhecimento e a palavra. Finalmente, colocando de lado a política e o envolvimento político direto, ele desenhou as linhas básicas da verdade religiosa e do serviço nacional nesta era e na futura.

À luz de tais princípios, incentivei as pessoas a servirem o país, em particular, e à humanidade em geral, através da educação. Liguei para eles ajudarem a educar o estado e elevar as pessoas através da abertura de escolas. A i gnorância é derrotada pela educação; a  pobreza pelo trabalho e pela posse de capital; e as dissidências internas e o separatismo pela u nidade,  diálogo e t olerância. No entanto, como todos os problemas da vida humana, essencialmente, dependem dos próprios seres humanos, a educação é o veículo mais eficaz, independentemente do fato de termos um sistema social e político paralisado ou operando como a precisão de um relógio.

ESCOLAS

Depois que o g overno permitiu as escolas privadas, muitas pessoas voluntariamente escolheram gastar suas riquezas em servir ao país, em vez de passar para o próximo mundo após uma  existência frívola. De fato, eles têm feito com entusiasmo o culto. É impossível para eu saber mais sobre todas as escolas que tenham sido abertas, tanto aqui como no estrangeiro. Uma vez que eu apenas recomendei e encorajei isto, eu nem sequer sei os nomes de muitas das empresas que abriram escolas ou onde estão localizadas.

No entanto, tenho acompanhado este assunto, em certa medida na imprensa e na série de artigos destes dignos jornalistas como Ali Bayramoglu, Sahin Alpay e Atilgan Bayar. As escolas foram abertas em locais que vão do Azerbaijão até as Filipinas e de  St. Petersburgo (capital da Rússia Czarista) até  Moscou (capital da  Rússia comunista), e, com a ajuda e referência do nosso concidadão judeu e proeminente empresário Üzeyir Garih, em Yakutsky. Essas escolas foram abertas em quase todos os países, exceto nas que, como o Irã, não dá permissão.

Escritores e pensadores que visitaram aqueles estados afirmam que as escolas são financiadas por organizações voluntárias turcas.

Em muitos ou em todos eles, estudantes são uma parte importante desse financiamento. Administradores locais contribuem com uma assistência considerável fornecendo terrenos, edifícios, direto- res e professores, quando necessário. Os professores, que são dedicados ao serviço do seu país, nação, e da humanidade e tem encontrado um meio de vida em servir aos outros, trabalham com entusiasmo por um pequeno salário.

Inicialmente, alguns dos nossos funcionários da missão estrangeira ficaram hesitantes em apoiar, porque realmente não entendiam o que estava acontecendo. Hoje, porém, a maioria deles apoia as escolas. Além dos dois últimos presidentes da Turquia, o falecido honorável Turgut Özal, o honrado e digno Süleyman Demirel, bem como o ex-presidente do Parlamento Mustafa Kalemli e o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros Hikmet Çetin, demonstraram realmente seu apoio em visitarem as escolas.

É oportuno aqui apresentar as observações de Ali Bayramoglu, um jornalista que têm visitado muitas dessas escolas. Ele afirma:

“Essas escolas não dão educação religiosa ou abrangem atividades educativas com um ambiente religioso, como se supunha. Elas foram estabelecidas com base no modelo das escolas secundárias de Anadolu4, com equipamentos técnicos e laboratórios superiores. As aulas são dadas dentro do currículo preparado pelo Ministério da Educação Nacional. Temas religiosos nem sequer são abordados. De fato, o jornalista Ali Bulaç, que visitou estas escolas, relatou sua impressão de que os banheiros não estavam propositadamente tão limpos para evitar a idéia de que a oração vem em seguida à limpeza. As atividades são efetuadas de acordo com legislação atual e f ilosofia educacional de cada país. Por exemplo, no Uzbequistão, após os alunos aprenderem turco e inglês na classe preparatória, eles estudam ciências em inglês com professores turcos e assuntos sociais em Uzbeque com professores Uzbeques. O conhecimento religioso ou a educação religiosa não é o objetivo.” 

Administradores locais são tão sensíveis ao secularismo, ou mais ainda, que o g overno turco. Foi explicado pelos nossos iluminados jornalistas como Alpay, Bayar, e muitos outros de uma forma semelhante às observações de Bayramoglu, que esses países não sentem a menor preocupação com seu futuro quanto a estas escolas. De fato, falando na abertura da e scola em  Moscou, o diretor do Instituto Nacional de Educação de Moscou, afirmou: “Há dois eventos importantes na história recente da  Rússia. Um deles é a aterrissagem de Gagarin na lua. A outra é a abertura de uma e scola turca aqui.” Ele descreveu isso como um acontecimento histórico.

Para alguns, esta vida consiste pelos poucos dias passados nessa pousada terrena, e com o objetivo de preencherem completamente os desejos do ego. Outras pessoas têm opiniões diferentes, e assim dão à vida diferentes significados. Para mim, esta vida é constituída de poucos alentos na viagem que começa no mundo dos espíritos e continua eternamente, quer no céu, ou, Allah nos livre, no Inferno.

Essa vida é muito importante, por isso moldamos a Vida Futura. Dada esta situação, devemos vivê-la da maneira designada para ganhar a vida eterna e ganhar a aprovação do Doador da Vida. Este caminho passa pela dimensão inevitável da s ervidão a Allah, em primeiro lugar, às famílias, aos p arentes e vizinhos, em seguida, ao país e à nação, e finalmente à humanidade e à criação. Este serviço é nosso direito; transmitir para outros, é a nossa r esponsabilidade.

Notas Finais

  • Este artigo apareceu originalmente no escrito de Unal Ali e Alphonse Williams: Fethullah Gülen: Advocate of Dialogue (Fethullah Gülen: Advogado do Diálogo) (Fairfax, VA: The Fountain, 2000), 305-31.

1 Ibn Miskawayh (930-1030): Um moralista Muçulmano, filósofo e historiador. Seu tratado de moral Tahzib al-Akhlak (Educação do Caráter), influenciado pelo conceito aristotélico da mídia, é considerado uma das melhores declarações da f ilosofia islâmica. Sua  história universal Kitab Tajárib al-Umam wa Ta’aqub al-Himan  (Eclipse do Califado Abássida), foi notado pela sua utilização seu de todas as fontes disponíveis e estimulou fortemente o d esenvolvimento da historiografia  islâmica.

2 Um sumário dos artigos de Gülen publicados em Sizinti, Março 1981-Junho 1982, nos. 26-41.

3 Esta oposição foi devido a dois fatores: a I greja Católica recusou-se a chegar a termos com os novos conceitos e descobertas científicas, e a nova classe média queria ser livre das regras disciplinares da religião.

As escolas secundárias de Anadolu acata o termo do estado para que temas científicos sejam estudados em Inglês.

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